sexta-feira, 3 de junho de 2011

Jamais suje o nosso Amor.

O raio de sol que bate na água parece ser tão real, mas prefiro não acreditar em nada. A folha de uma arvore qualquer cai sobre minha mão, levemente. Isso me faz lembrar sua mão sobre a minha, como naquela bela noite, sob as estrelas.
Mesmo no meio de tanta ilusão, aquele momento fora verdadeiro ?
Como deixar isso para trás como uma boa lembrança ?

Suas palavras continuam me machucando, assim como uma brisa forte e gelada. Sou como uma folha solitária flutuante que foge as margens do rio. Ela prefere ser solitária no meio do rio, prefere ser intocável. Ela sente medo de afundar, por isso tenta se salvar sozinha, qualquer peso poderia leva-lá para o fundo do rio. Gelado.

Porque fomos tão orgulhosos ?
Porque fomos tão humanos ?
Você vê as estrelas e tenta me encontrar no céu ?
Apesar de tudo ter acontecido contra nós, jamais me esquecerei do puro sentimento que tive por você...
Do puro sentimento.

Somente você saberá quando chegou ao fundo do poço, não deixe as forças faltarem as suas pernas. Agora você precisará caminhar sozinha, no meio da incerteza...
E você não saberá se este caminho é certo ou errado, até chegar ao fim dele, que poderá ser o fundo do poço ou a felicidade que tanto procura.

Você agora poderá aprender sozinha ou se apoiar em outros, poderá me culpar pelo fim de tudo ou apenas esquecer, mas não suje o nosso amor...
Jamais suje o nosso Amor.






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