segunda-feira, 30 de maio de 2011

Tempestade

Olhe pela janela. A água cai tão ferozmente dos céus. É nesses dias que paro e penso: não sobrou nada de nós dois, engraçado, não ?
Nesses dias parece que nada dará certo, o Sol parece se esconder atrás dessas nuvens cinzas, quase inabaláveis. Quando a noite começa a cair é tão sem graça.
De que vale um céu sem estrelas ?
De que vale a minha vida...
Será que você também está vendo essa chuva ? Amedrontadora não ?
Mesmo depois de deixar tudo para trás ainda me importo com você, espero realmente que você não precise mais de ajuda, que não precise mais de mim...
Olha só, se não é um raio de sol. Mas de nada adianta, esse frio ainda congela minha alma.
Parece que a noite vai chegar, sem estrelas, fria e sem graça. Mais um dia desperdiçado...
É nesses momentos que eu queria poder contar com você, mas sempre houve muita dor em nossa história. Acho até que fomos longe, resistimos fortemente.
Mas agora é hora de olhar a verdade do Sol atrás das nuvens nebulosas: Separados não somos nada.

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